Do que aconteceu, quem envolvido, quando e onde: brasileiros ampliaram expressivamente as compras de criptoativos no exterior no primeiro trimestre de 2026, em comparação com o mesmo período de 2025. O total foi de cerca de US$ 6,9 bilhões, ante US$ 3,1 bilhões.
A maior parte desse volume, US$ 6,8 bilhões, refere-se a operações com stablecoins, enquanto US$ 116 milhões dizem respeito a ativos sem contraparte, como bitcoins. O movimento já mostrava alta ao longo de 2025, com US$ 6 bilhões registrados no último trimestre do ano.
Aregulamentação do setor de ativos virtuais entrou em vigor em fevereiro, conforme o Banco Central. A norma estabelece a obrigação de informações pelos participantes do mercado ao BC. Essa previsão visa ampliar o controle sobre o fluxo externo de criptoativos.
Regulação e impacto
Segundo o BC, as informações começarão a ser prestadas entre o fim do primeiro semestre e o início do segundo. O objetivo é que, no segundo semestre, haja tratamento, validação e um conjunto de dados mais robusto sobre transações externas com criptoativos.
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