O CEO da United Airlines, Scott Kirby, confirmou que as negociações para uma fusão com a American Airlines foram encerradas devido à falta de alinhamento entre as companhias. A declaração foi publicada na manhã de segunda-feira e detalha a lógica por trás de uma possível combinação.
A proposta visava criar a maior companhia aérea do mundo, com escala global e vantagem competitiva. No entanto, a American não aceitou avançar, apontando resistência à fusão. A Bloomberg News havia relatado o interesse de Kirby no início do mês.
Entre os envolvidos estão Scott Kirby, da United, e Robert Isom, da American, que disse não ter interesse em um acordo. A decisão também recebeu menções sobre impactos à concorrência e aos clientes.
Segundo Kirby, a fusão poderia ter sido aprovada com desinvestimentos em mercados específicos, o que tornaria o acordo mais aceitável aos reguladores. Ainda assim, as negociações não seguiram adiante.
A Bloomberg informou que a ideia foi apresentada em uma reunião na Casa Branca no fim de fevereiro. Kirby ressaltou que a parceria pretendia beneficiar clientes, funcionários e comunidades ao redor do país.
No pregão, as ações da United recuaram menos de 1% antes da abertura, enquanto as da American permaneceram estáveis. A notícia encerra as tentativas de fusão entre as duas maiores aéreas dos EUA.
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