A organização de Puig aprovou a venda de uma de suas marcas menos relevantes, Aromas de Castilla, por um valor estimado de até 20 mil euros. A decisão consta no pedido de venda incluído na ordem do dia da próxima assembleia geral de acionistas. A reunião está marcada para 29 de maio.
O encontro permitirá a ratificação das contas de 2025 e a renovação de parte do conselho de administração. Josep Oliu, presidente do Banco Sabadell, não buscará a reeleição e renunciou ao cargo acionista dominante do grupo Exea. Oliu não participa da votação sobre a venda.
A operação de venda é justificada pela posição da marca como ativo não essencial para o grupo, segundo o informe de justificativa apresentado aos acionistas. A Aromas de Castilla representa uma parcela residual do portfólio de Puig, que hoje foca em produtos de alto valor agregado.
Detalhes da proposta e fundamentação
O preço de transmissão permanece acima do valor contábil da marca, segundo o documento. O comprador já estaria identificado, embora não tenha sido revelado. A venda depende da aprovação da assembleia, conforme o artigo 17bis dos estatutos da Puig.
Para ser considerada marca notória e, assim, sujeita à aprovação da assembleia, Aromas de Castilla cumpre o critério de ter sido propriedade da Puig por pelo menos 10 anos. O registro inicial ocorreu em 31 de março de 1971, passando a integrar o ativo essencial segundo o estatuto da empresa.
O relatório descreve ainda que o valor econômico da marca não excede 25% do valor total dos ativos no último balanço aprovado, o que reforça a natureza não estratégica da venda. A decisão é apresentada como exclusiva do proposed.
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