A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou um projeto do governo que reduz em 2,9 bilhões o escopo de imóveis oferecidos para cobrir o rombo do BRB, ligado ao Banco Master. A medida visa ajustar as garantias para o empréstimo.
O texto retirou dois imóveis da lista de ativos: a Gleba A, com 716 hectares na Serrinha do Paranoá, e um terreno no SIA, de 192 mil m², estimado em 632 milhões de reais. Os bens removidos deixam o total restante em avaliação menor.
Ao todo, os imóveis remanescentes somam 3,654 bilhões de reais. O governo não apresentou uma avaliação atualizada dos terrenos que seguem na lista.
Em março, uma proposta anterior autorizou aporte de 6,6 bilhões de reais ao BRB com nove imóveis, que poderiam ser vendidos, transferidos ou usados como garantia, ou estruturados em fundo imobiliário.
A governadora Celina Leão solicitou apoio ao governo federal para obter garantias do Tesouro Nacional no empréstimo. O Distrito Federal enfrenta restrições financeiras para obter aval direto.
Nesta quinta-feira, 30, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, recebe Celina Leão, o secretário de Economia Valdivino de Oliveira e o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, para tratar da situação do banco.
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