Carla Sarni, empresária e fundadora do Grupo Salus, amplia o seu papel no empreendedorismo feminino no Brasil, fortalecendo redes de conexão entre empresárias e incentivando a atuação em redes de apoio. A atuação acompanha a expansão de mulheres à frente de negócios no país.
Segundo dados do Sebrae, mulheres representam cerca de 34% dos donos de negócios no Brasil, sinalizando mudanças estruturais no mercado e maior acesso a informações e capacitação. Iniciativas de rede e colaboração ganham importância nesse cenário.
A trajetória de Sarni inclui a expansão de redes de relacionamento e o impulso ao empreendedorismo feminino, com presença consolidada nos setores de saúde, estética e franchising. Ela ganhou visibilidade ao participar do Shark Tank Brasil, programa de fomento a novos negócios.
Expansão de redes e modelo de franquias
Ao atuar com redes de serviços em escala, Sarni aposta no modelo de franquias para ampliar operações nacionais, seguindo a tendência do setor de franchising. O setor movimentou, segundo a ABF, cerca de R$ 301,7 bilhões em 2025.
A participação no Shark Tank Brasil fortalece a visibilidade do ecossistema empreendedor brasileiro, ao reunir empreendedores e investidores em debates sobre investimento, inovação e desenvolvimento de negócios.
Nos últimos anos, Sarni tem enfatizado iniciativas voltadas ao fortalecimento do empreendedorismo feminino, acompanhando o crescimento de redes de apoio, programas de capacitação e maior acesso a recursos. Dados do GEM apontam ampliação da participação feminina na criação de novos negócios.
Projeto Grupo Ela e intercâmbio entre empresárias
Entre as iniciativas está o Grupo Ela, que conecta mulheres empreendedoras e gera oportunidades de negócios por meio de encontros e networking entre profissionais de diversos setores. A proposta visa expansão, desenvolvimento e fortalecimento de relações profissionais.
A líder ressalta que redes qualificadas ajudam na tomada de decisões mais consistentes e no crescimento sustentável de empresas, destacando a importância de ambientes mais inclusivos e conectados no mercado.
As perspectivas para os próximos anos apontam continuidade desse movimento, com aumento da presença feminina em cargos de liderança, fortalecimento de redes de apoio e surgimento de novas iniciativas de desenvolvimento de empreendedoras, conforme relatos de pesquisadores e da própria Sarni.
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