O setor de iluminação brasileiro projeta faturar cerca de R$ 20 bilhões, impulsionado por tecnologias de bem‑estar e automação. O mercado vive uma transição entre a “luz invisível” e o retorno do maximalismo no design. Grandes projetos de infraestrutura ajudam a sustentar esse crescimento, aliado à modernização tecnológica.
A arquitetura e o design de interiores acompanham o ritmo, com ciclos de alta atraçados pela automação e pela eficiência energética. Especialistas apontam que a iluminação está ganhando protagonismo, conectando conforto visual e estética marcante.
Perspectivas técnicas e estéticas
A prática aponta a consolidação da luz oculta, que prioriza efeitos cênicos sem expor a fonte de luz, ao lado do retorno de peças de design de grandes dimensões. O objetivo é criar ambientes com personalidade sem comprometer o bem‑estar.
Tecnologias focadas no bem‑estar ganham espaço, como o Baixo UGR para reduzir o ofuscamento. Luminárias que acompanham o ciclo circadiano ajustam a temperatura da cor conforme a luz natural, buscando impacto positivo na saúde e na produtividade.
Materiais e linguagem de lançamento
A madeira permanece comum em projetos por conforto térmico, enquanto peças orgânicas rompem a rigidez de linhas retas. Cristais de alto padrão, metais brutos e perfis lineares ganham espaço para continuidade visual entre superfícies.
Marcas próprias ganham maturidade ao unir rigor técnico e estética contemporânea. Linhas minimalistas ajudam a equilibrar viabilidade financeira com conformidade regulatória vigente, especialmente quanto a normas técnicas.
Evento e importância para o setor
O tema foi discutido durante a edição do Andra Experience, promovido pelo Grupo Andra em São Paulo, na Rua Santa Ifigênia. Profissionais do setor discutiram layouts luminotécnicos complexos e conectividade para smart homes.
O encontro exaltou a importância de logística e estoque para agilizar varejo e construção civil. O debate destacou a necessidade de abastecimento estável para sustentar o crescimento do setor no Brasil.
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