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Dealer de Londres Stephen Friedman deve US$ 10,6 milhões a dezenas de credores

Galeria Stephen Friedman, de Londres, deve US$ 10,6 milhões a credores, incluindo bancos, investidores e artistas como Deborah Roberts e Kehinde Wiley, em processo de insolvência

View of Deborah Roberts's exhibition "If they come," 2019, at Stephen Friedman.
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A galeria Stephen Friedman, com base em Londres, deve cerca de US$ 10,6 milhões a credores, segundo documentos oficiais. Entre eles estão uma empresa imobiliária, um banco, uma empresa de logística de arte e artistas renomados. O montante consta em registro de administradores junto ao Companies House, conforme apurado pelo Art Newspaper.

A empresa enfrenta medidas de insolvência desde fevereiro, após o fechamento de suas operações em Londres e Nova York. A prática de falência, iniciada por FRP Advisory, foi aprovada em 22 de abril, após proposta apresentada em 30 de março para lidar com as dificuldades financeiras.

Principais credores e valores

A maior dívida é para o Coutts & Co. bank, de £3,2 milhões. Em seguida, a Pentland Group Ltd. deve £1,4 milhão, com Alison Mosheim, diretora da Pentland, possuindo 50% da galeria. A Kellर्जinha UK também figura entre os credores relevantes.

A Friedman deve ainda aproximadamente £550 mil à HM Revenue & Customs, além de £505 mil à Pollen Estate, que alugou o espaço da Cork Street. A Crozier, empresa de logística de arte, tem crédito de cerca de £256,7 mil.

Artistas e outros credores

Artistas com dívidas significativas incluem Alexander Diop (£341,9 mil), Deborah Roberts (£289,2 mil) e Kehinde Wiley (£163,8 mil). A firma de advocacia Clarick Gueron Reisbaum, de Nova York, soma £165 mil. Menores valores também são devidos a feiras de arte como Frieze e Art Basel.

Contexto e impactos

A galeria encerrou a operação de sua unidade em Nova York em novembro, após dois anos, antes de fechar a unidade de Londres. O rompimento ocorreu pouco depois de notícias de saída da Art Basel Qatar. No total, 32 funcionários no Reino Unido e nos EUA devem cerca de £39 mil aos empregados, com pagamento integral previsto.

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