O que aconteceu: a alimentação fora de casa ficou mais cara no primeiro trimestre de 2026. O levantamento é da FAC-SP, ligada à ACSP, e acompanha o custo do prato feito. Dados apontam alta de 1,67% no período.
Quem está envolvido: a Faculdade do Comércio de São Paulo, responsável pelo IPF, com base em 359 preços coletados em 48 municípios.
Quando e onde: no primeiro trimestre de 2026, em estabelecimentos de diversas cidades do estado de São Paulo.
Quanto aumentou: o preço médio do prato feito passou de R$ 29,77 em janeiro para R$ 30,27 em março, conforme o IPF.
Perfil do gasto: quem almoça fora cinco dias por semana gasta cerca de R$ 605 por mês apenas com essa refeição, um incremento de aproximadamente R$ 10 desde o início do ano.
Dados do IPF
O Índice Prato Feito é produzido pela FAC-SP para monitorar o custo da alimentação fora do domicílio. Em março, o levantamento considerou 359 preços de 48 municípios.
O que influencia o valor: segundo o economista Rodrigo Simões Galvão, responsável técnico, o preço reflete custos como mão de obra, energia, aluguel, transporte, embalagens, tributos e logística.
Contexto metodológico: o IPF é um indicador preliminar, em amadurecimento metodológico, com ampliação gradual da amostra. Por isso deve ser visto como levantamento complementar e não como inflação oficial.
Comparação com o IPCA
No IPCA, também no 1º trimestre, a alimentação fora do domicílio acumula alta de 1,51%, conforme o IBGE. Os números oficiais divergem em metodologia e escopo entre os índices.
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