O dólar fechou em queda pela sexta-feira, cotado a R$ 4,894, menor nível desde janeiro de 2024. A máxima da sessão foi de R$ 4,915 e a mínima, de R$ 4,890, após queda de 0,59% na semana. O dólar acompanha a fraqueza do DXY, que mede a força da moeda frente a uma cesta de seis economias desenvolvidas.
O Ibovespa avançou 0,49%, para 184.108,29 pontos, mas encerrou a quarta semana consecutiva no negativo, com queda semanal de 1,71%. Entre os destaques corporativos, a Embraer registrou perda de 59,7% no lucro do 1º tri, diante de receita recorde, pressionando os papéis EMBJ, que caíram 11,45%.
Panorama corporativo e câmbio
Na temporada de balanços, o mercado avaliou resultados negativos da Embraer e o impacto no humor de investidores. O petróleo Brent subiu 0,51%, para US$ 100,99 o barril, com o mercado monitorando o conflito no Oriente Médio. Navios norte-americanos teriam entrado em confronto com forças iranianas no estreito de Ormuz, passagem de cerca de 20% de toda a demanda mundial de petróleo.
Mercados globais e indicadores de emprego
Nos Estados Unidos, os principais índices fecharam em baixa: Dow Jones, a 49.609,04 pontos (+0,02%), S&P 500, a 7.396,79 pontos (+0,81%), e Nasdaq, a 26.247,08 pontos (+1,71%). O payroll de abril mostrou a criação de 115 mil vagas, acima do esperado, mantendo a taxa de desemprego estável em 4,3%.
A leitura de empregos reduz a percepção de necessidade de alta adicional de juros pelo Federal Reserve, contribuindo para o tom doméstico de menor aversão ao risco. As perspectivas de política monetária seguem sendo ajustadas conforme os próximos dados macroeconômicos.
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