Em 2025, as 175 unidades de conservação (UCs) avaliadas pelo ICMBio, em parceria com o Ministério do Turismo, registraram recorde de visitantes. O total atingiu 28,6 milhões, ante 25,7 milhões no ano anterior.
O movimento gerou um expressivo impacto econômico. Foram 40,7 bilhões de reais em vendas na cadeia ligada ao turismo de natureza, com 20,3 bilhões de reais adicionados ao PIB e participação de 0,16% do total produzido no país.
Impacto econômico e empregos
Abaixo do total, a atividade movimentou cerca de 332 mil empregos, principalmente em municípios menores que servem de base para visitação. O estudo considera hotéis, restaurantes, transporte e comércio de lembranças, entre outros serviços.
Para a liderança do ICMBio, o desempenho sinaliza o potencial de transformação do turismo de natureza. Existem 347 unidades de conservação no país com possibilidade de abertura para visitação educativa ou turística.
Observações sobre gestão e oportunidades
Segundo especialistas, parques com serviços adicionais costumam atrair mais visitantes e gerar mais empregos locais. Existem áreas restritas que podem receber ações educativas para ampliar o alcance da visitação.
O ministro do Turismo, ao participar do evento em Fortaleza, destacou o reconhecimento das UCIs como destinos estratégicos. Os números reforçam o papel do Brasil no turismo de natureza e na promoção da conservação da biodiversidade.
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