O governo conservador do Chile projeta crescer pouco mais de 2% neste ano, mesmo diante de reformas pró-investimento e cortes de gastos. A projeção é apresentada em meio ao impacto da guerra entre Irã e forças internacionais nos preços de combustíveis.
O ministro da Fazenda, Jorge Quiroz, reiterou na sábado a meta de crescimento de 4%. A declaração acompanha a intenção de manter reformas estruturais, com foco na atração de investimentos privados.
Segundo o governo, o cenário externo pressiona a economia, mas há visão de que ajustes fiscais e reformas ajudam a manter o ritmo de expansão. A comunicação oficial não detalha prazos específicos para as medidas.
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