A Telefônica Brasil teve resultado do primeiro trimestre de 2026 abaixo do esperado pelo mercado, pressionando as ações nesta segunda-feira. O lucro líquido ficou em 1,26 bilhão de reais, alta de 19,2% sobre o mesmo período de 2025, mas ficou abaixo da estimativa de 1,52 bilhão de analistas, segundo a LSEG. O Ebitda somou 6,21 bilhões de reais, ante expectativa de 6,44 bilhões.
As ações da companhia recuaram 5,81% por volta das 13h40, liderando as perdas do Ibovespa. O desempenho negativo reflete o recorte das projeções de lucro e de margem, conforme dados apresentados à investidores e à imprensa.
Mercado reage ao resultado e ao guidance. Analistas destacaram que a Telefônica Brasil já apresentava valorizações elevadas e um valuation menos atrativo diante de cenários de maior incerteza competitiva e de possíveis decepções.
Analistas do Bradesco BBI apontaram que o papel da operadora está precificado de forma mais exigente, com riscos de deterioração adicional diante do cenário setorial. A leitura é de que a balança de riscos pode favorecer surprises negativas no curto prazo.
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