O advogado Otávio Yazbek ficou no centro do conflito bilionário envolvendo a OPA da Oncoclínicas (ONCO3). Acusado por Claudio Luis Caivano de participação em uma fraude para impedir a oferta promovida por acionistas minoritários. O debate ocorreu no programa Pavinatto 19h30, do Metrópoles, em 8 de maio.
Caivano afirma que Yazbek atuou de forma prejudicial aos minoritários, configurando fraude. O comentário foi divulgado pelo YouTube do Metrópoles, e a alegação envolve manobras para obstruir a OPA.
Contexto e acusações
A coluna Radar Econômico da Veja trouxe detalhes de que Yazbek, como parecerista, teria sugerido à advogada que representa o Goldman Sachs recorrer à CGU para travar a operação. A mensagem foi apresentada em diálogo obtido pela publicação. A recomendação coincidiu com relatos sobre reclamações formais à CGU.
Disputa entre acionistas
A disputa envolve Centaurus Capital e Goldman Sachs contra Latache e parte dos minoritários, que defendem a convocação de uma OPA. A discordância gira em torno da cláusula poison pill, que exigiria oferta caso participação ultrapassasse 15%. A discussão pode impactar ganhos estimados em US$ 1 bilhão para minoritários.
Explicações de Yazbek
A casos envolve ainda relatos de que um fundo controlado pela Centaurus estaria acima do limite de participação. Yazbek, segundo a Veja, atuou como parecerista independente, mas nega irregularidades, afirmando tratar apenas de contatos profissionais, sem qualquer oferta de trânsito de influências.
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