James Thorp, presidente da Fecombustíveis, participou do episódio do POWER para comentar a recente alta de preços do combustível e seus impactos no comércio varejista. A análise envolve a crise no setor provocada pela instabilidade entre Irã, EUA e Israel e as diferentes leituras sobre o papel dos postos.
Thorp aponta que a alta de preços não beneficia os postos nليب, exigindo maior capital de giro e pressionando a remuneração. O comentário é compartilhado pelo economista Adriano Pires, que reforça que o consumo tende a recuar com o preço elevado.
O tema também aborda a atuação do governo, segundo o presidente da Fecombustíveis, que critica a prática de tornar os postos alvo de responsabilização. Asetores consideram que a narrativa pode distorcer a percepção pública sobre o setor.
Em termos de soluções, Thorp e Pires defendem a criação de um mecanismo permanente de estabilização, a ser usado em momentos de tranquilidade para reduzir efeitos de choques futuros. A ideia sugere planejamento estratégico de longo prazo.
Outro ponto destacado envolve o papel regulatório. A dupla comenta a atuação da ANP na fiscalização, destacando avanços trazidos pela MP 1.340/26, sem caracterizar o movimento como definitivo ou conclusivo.
Por fim, o debate resgata o histórico dos postos no Brasil. Os convidados lembram que muitas cidades nasceram ao redor de um posto de gasolina, ressaltando a relação entre infraestrutura de abastecimento e desenvolvimento local.
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