O Brasil continuará a ser beneficiado pela reorganização global dos fluxos de investimento, sobretudo no câmbio, mesmo diante da rotação recente que levou à saída da bolsa brasileira e ao retorno às ações de tecnologia nos EUA. A leitura é de que o país mantém atratividade estrutural diante de operadores internacionais.
Luís Garcia, diretor de investimentos da SulAmérica Investimentos, afirmou ao Intraday, blog do Valor, que o cenário é estrutural e o mercado brasileiro costuma ter mais sorte do que juízo. A fala reforça a visão de que o Brasil pode manter fluxo de capitais mesmo com ajustes de risco globais.
Ainda segundo Garcia, a preferência por exposição cambial via opções permanece relevante para investidores estrangeiros e locais. A avaliação ocorre em meio a ajustes macroeconômicos e à busca por diversificação de portfólios diante de cenários de juros e inflação.
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