A Nintendo registrou queda acentuada na bolsa, alcançando mínimos de dois anos após anunciar menor venda de consoles em meio a parâmetros desafiadores de custos. A retração reflete o encarecimento de chips impulsionado pela demanda por IA, pressionando margens e perspectivas de recuperação.
A companhia caiu mais de 30% no ano, enquanto analistas observam impactos na lucratividade e no giro de estoques. Ainda assim, a empresa manteve o foco em lançamentos e ajustes de linha para sustentar receita no longo prazo.
Resultados e cenários de grandes players
Sony registrou lucro de 5,127 bilhões de euros entre abril e dezembro, alta de 12,4%, com a divisão de jogos elevando o ganho em 22,8%. Em relação à Nintendo, o grupo reportou 51,3% de aumento no lucro em nove meses, com mais de 17 milhões de unidades do Switch 2 vendidas e receitas líquidas de 10,350 bilhões de euros, quase dobrando o ano anterior.
Ubisoft viveu sessão difícil na bolsa, queda de 39% após revisões para baixo de previsões e anúncio de fechamento de estúdios como parte de reorganização. No other front, o mercado acompanha movimentos de demanda por memória RAM, aquecida pela IA, que impulsionou preços e repercutiu em fabricantes.
Observa-se ainda que várias redes e plataformas anunciam estratégias para ampliar participação no acesso a jogos, incluindo expansão de serviços de streaming e advento de novas plataformas de interação entre usuários e catálogos.
Entre na conversa da comunidade