O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) revisou as projeções para a safra 2026/27 e aponta produção mundial de milho em 1,295 bilhão de toneladas, 17,3 milhões a menos que o ano anterior. Mesmo assim, a safra continua entre as maiores da história.
No Brasil, a produção nacional deve atingir 139 milhões de toneladas na safra 2026/27, ante 135 milhões em 2025/26 e 136 milhões em 2024/25, segundo o relatório WASDE divulgado nesta terça-feira (12). A estimativa eleva o patamar.
Para o Brasil, as exportações são revisadas de 43 millones para 44 milhões de toneladas, conforme o USDA. No entanto, as exportações dos EUA devem cair 5% na comparação com o ano anterior, para 3,2 bilhões de bushels.
Mudanças por país e impactos
As exportações dos EUA ainda permanecem como as maiores no comércio global, apesar da ampliação promovida por Brasil e Ucrânia. A participação americana deve recuar, mas continuar acima da média recente.
A produção mundial de milho em 2026/27 deve cair mesmo com altas esperadas para China, Brasil, Sérvia, Quênia e Rússia. Entre os maiores recuos, aparecem EUA, Argentina, África do Sul, México, Ucrânia e Turquia.
O consumo global de milho tende a subir menos de 1%, para 1,315 bilhão de toneladas, com estoque final mundial projetado em 277,5 milhões de toneladas, o menor desde 2013/14.
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