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Supremo chega à CVM em debate sobre normas de mercado

Decisão provisória do STF mantém recursos da taxa de fiscalização na CVM, fortalecendo a autonomia da autarquia no custeio de suas atividades

Flavio Dino, ministro do STF, determinou que o valor arrecadado com a taxa de fiscalização destinada ao custeio das atividades da CVM fique na autarquia.
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O Supremo Tribunal Federal decidiu que os recursos da taxa de fiscalização dos mercados de capitais devem ficar na mesma autarquia que fiscaliza o setor, a CVM. A medida foi anunciada na semana passada, ainda em fase judicial.

A decisão ocorreu no âmbito de uma ação direta de inconstitucionalidade movida pelo partido Novo. O ministro relator foi Flavio Dino, do STF, que determinou o destino dos valores arrecadados pela taxa.

Segundo a ação, o montante é usado para custear as atividades da CVM, criada para supervisionar o mercado de capitais. A decisão resulta de uma ordem judicial provisória, com efeitos ainda sujeitos a avaliação futura.

Contexto da decisão

A medida envolve a destinação de receitas vinculadas à fiscalização, questionadas em termos de constitucionalidade pela legenda. O tema está sob escrutínio no STF e pode receber novas manifestações das partes interessadas.

A CVM, órgão responsável pela regulação do mercado, mantém o recebimento da receita de forma direta conforme a decisão provisória. Não houve manifestação pública adicional da parte autora ou da defesa até o momento.

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