O volume de vendas do comércio varejista brasileiro cresceu 0,5% em março, na comparação com fevereiro, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do IBGE. O resultado confirmou um novo recorde da série histórica iniciada em 2000.
No acumulado dos últimos 12 meses, o varejo registra alta de 1,8%. O IBGE destaca que o crescimento, com apenas dois meses em negativo desde outubro de 2025, aponta para uma trajetória majoritariamente positiva no varejo.
Entre as oito atividades pesquisadas, cinco tiveram variação positiva. Destaque para equipamentos e materiais de escritório, informática e comunicação (5,7%), combustíveis e lubrificantes (2,9%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,9%). Movimentos negativos ficaram com móveis e eletrodomésticos (-0,9%) e hipermercados, supermercados, alimentos, bebidas e fumo (-1,4%).
Os setores com pior desempenho mostraram impacto menor no conjunto: tecidos, vestuário e calçados ficaram estáveis (0,0%), enquanto farmacêuticos e perfumaria anotaram variação pequena (0,1%).
Varejo ampliado
O comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, material de construção e atacado de alimentos, registrou alta de 0,3% em março ante fevereiro. Na comparação com março de 2025, houve avanço de 6,5%. Em 12 meses, o varejo ampliado cresceu 0,2%.
Veículos e motos registraram queda de 0,6%, já o segmento de material de construção teve alta de 1,6%. O IBGE não publicou dados de atacado de alimentos, bebidas e fumo para a comparação mensal, por não haver número suficiente de meses para ajuste sazonal.
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