A Colonial SFL fechou o primeiro trimestre com lucro líquido de 47 milhões de euros, 3% acima do mesmo período do ano anterior. O avanço veio principalmente das receitas de aluguel, impulsionadas pelos contratos de seus imóveis em Madrid, Barcelona e Paris.
As rendas registraram alta de 7% frente ao 1T24, refletindo reajustes aplicados e demanda estável. O plano de desinversões, que visa vender ativos superiores a 500 milhões de euros, já cumpriu 70% do objetivo. Não houve fechamento de novas operações ainda.
O executivo-chefe Pere Viñolas comentou que tecnologia e IA contribuíram no início do ano, com operações concentradas em ts três mercados, elevando a ocupação média a 93,3%.
Barcelona teve alta de aluguel de 13% frente ao 1T24, Madrid subiu 11% e Paris avançou 3%. A gestão aponta polarização de demanda em ativos de destaque, o que beneficia a posição de Colonial a longo prazo.
No front das vendas, a empresa já vendeu imóveis no valor de 350 milhões de euros, cumprindo 70% do plano anunciado em novembro de 2025. Entre as operações recentes estão o edifício Tucumán, em Madrid, por 24 milhões, e Pacífico Viviendas, em Málaga, por 20 milhões.
Paralelamente, a Colonial reduziu a dívida líquida para 4,656 bilhões de euros no fim de março, queda de 6% ante o início de 2025. Em abril, a empresa realizou uma emissão de bonos verdes de 500 milhões de euros a cinco anos, com taxa média de 3,485%.
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