Quinze estados brasileiros e o Distrito Federal tiveram rendimento do trabalho recorde no primeiro trimestre de 2026, segundo a PNAD Contínua do IBGE. A média nacional chegou a R$ 3.722, patamar mais alto desde o início da série, em 2012. O DF manteve o maior rendimento do país, em R$ 6.720.
Entre os estados que também registraram recorde, destacam-se Ceará, Maranhão, Piauí e Bahia, com patamares acima dos atuais R$ 2,6 mil. Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul apresentaram ganhos mais elevados, fortalecendo a tendência nacional de aumento da massa de rendimentos.
Rendimentos por estados
Amapá, Sergipe e Rio Grande do Norte também atingiram marcas históricas, com rendimentos de até R$ 3.412, R$ 3.031 e R$ 2.953, respectivamente. Espírito Santo e Goiás completam a lista de unidades com recordes, refletindo variações regionais do mercado de trabalho.
Massa de rendimentos e contexto
Além da renda média individual, a massa de rendimentos somou R$ 374,8 bilhões na média nacional. Ao todo, 15 das 27 unidades federativas registraram recordes, incluindo Rondônia, Roraima, Rio de Janeiro e o Distrito Federal.
Significado da tendência
Especialistas destacam que o desempenho reflete recuperação gradual do emprego e reajustes salariais em setores-chave. A divulgação reforça o movimento de alta da renda média no trimestre, mantendo o país em linha com a recuperação macroeconômica observada recentemente.
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