O painel IA Agêntica na Prática, durante o São Paulo Innovation Week, na FAAP, reuniu executivos para discutir como a IA pode atuar como parte da operação, e não apenas como ferramenta. O debate foi conduzido por Neil Redding, CEO da Redding Futures.
Lucia Bittar, diretora de marketing da Samsung Brasil, explicou que a IA agêntica coleta avaliações de usuários em varejo online e também lê dados de parceiros como Mercado Livre, Amazon e Magazine Luiza. A meta é transformar o tempo dedicado a tarefas operacionais em espaço para atividades cognitivas de maior valor.
A Hapvida, por meio do diretor de Marketing Bernardo Marotta, descreveu a Eugênia, assistente virtual multiagente usada no atendimento. Em triagens, a IA verifica necessidade, preço e configuração familiar, antes de encaminhar o usuário a um operador. Apenas 3% das vendas são realizadas pela IA.
A IBM Brasil apresentou a iniciativa Client Zero, alinhada à sua atuação global em recursos humanos, TI e desenvolvimento de software. Fabrício Lira, diretor de IA e Dados, destacou que a IA gerou cerca de 4 bilhões de reais em otimização, sem reduzir o quadro de funcionários.
Segundo os executivos, a adoção busca ampliar a eficiência sem prejudicar a função humana. A mensagem compartilhada foi de que a IA agêntica participa ativamente de processos, apoiando equipes e liberando tempo para atividades estratégicas.
Entre na conversa da comunidade