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Como deduzir gastos com terapia, médico e fisioterapia no Imposto de Renda

Despesas com terapia, fisioterapia e consultas médicas podem ser deduzidas integralmente no IR 2026 mediante comprovantes, reduzindo o imposto ou aumentando a restituição

A legislação permite abater despesas médicas sem limite máximo
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A dedução de gastos com terapia, fisioterapia e consultas médicas no Imposto de Renda 2026 pode ser integralmente utilizada, desde que comprovada. Profissionais habilitados devem emitir recibos ou notas fiscais com nome, CPF ou CNPJ, valor e data do atendimento.

A legislação permite abater essas despesas sem limite máximo, o que reduz a base de cálculo do IR ou aumenta a restituição do contribuinte. O objetivo é refletir de forma fiel os gastos efetuados ao longo do ano.

Para o IR 2026, os gastos devem entrar na ficha de Pagamentos Efetuados. Manter a documentação completa facilita a comprovação junto à Receita Federal e a eventual otimização da restituição.

Quem presta o serviço precisa estar habilitado e os pagamentos devem ter origem comprovável. Despesas com terapias, fisioterapia e consultas médicas aparecem como despesas médicas na declaração.

Planos de saúde com reembolso exigem cuidado: apenas a parte efetivamente paga pelo contribuinte, sem reembolso, pode ser deduzida. Caso haja ressarcimento, não entra na base de dedução.

A Receita Federal projeta entregar 44 milhões de declarações em 2026, com mais de 24,6 milhões já enviadas até o momento. O prazo para entrega segue até 29 de maio deste ano.

Fonte: especialistas ouvido pela imprensa, com base na legislação vigente.

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