A Andon Labs lançou uma cafeteria na Suécia comandada por uma IA chamada Mona, baseada no Google Gemini. A missão era simples e audaciosa: abrir o estabelecimento e torná-lo rentável. O orçamento inicial para a operação foi de US$ 21 mil.
O agente Mona foi encarregado de toda a montagem. Ele contratou serviços de eletricidade e internet, obteve permissões para criar uma área externa e contatou fornecedores de pão e confeitaria. Durante o processo, enfrentou entraves com o BankID, sistema de identificação sueco, o que levou a contratar empresas que não exigiam esse requisito.
Para as licenças de funcionamento, Mona precisou de intervenções humanas para realizar login em etapas críticas. A iniciativa já havia sido testada anteriormente, quando um agente semelhante gerenciou uma máquina de vendas automáticas, com resultados ruins. O projeto atual é visto como uma evolução, com avaliações de desempenho ainda em andamento.
A reportagem aponta que Mona mostrou competência na organização inicial, mas há dúvidas sobre o controle de inventário e gestão de estoque, áreas cruciais para a sustentabilidade financeira. A empresa afirma acompanhar de perto o fluxo de caixa e ajustes operacionais que possam evitar desperdícios.
O caso levanta questões sobre o papel da IA no varejo: até que ponto um agente autônomo pode assumir funções administrativas sem supervisão humana efetiva? A Andon Labs não detalha planos de continuidade, apenas reforça a monitorização do desempenho da unidade.
Acompanham a cobertura informações sobre a evolução do negócio, custos operacionais e métricas de rentabilidade, com base no que já foi implementado e nos próximos passos definidos pela startup. A fonte dos dados é a própria Andon Labs, conforme apurado pela imprensa especializada.
Foto: Xataka com Gemini / Xataka
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