O estudo aponta que o Brasil atingiu um limiar em que manter um crescimento econômico mais sólido depende de um novo ciclo de investimentos públicos e privados. Além disso, há necessidade de ações para conter o avanço da dívida.
Economistas do Santander sustentam que reformas fiscais são essenciais para ampliar o espaço para investimentos e melhorar o quadro fiscal. O objetivo é sustentar o progresso econômico sem comprometer a solvência do país.
Segundo a análise, a recuperação atual não é suficiente para elevar o potencial de crescimento. O relatório destaca a urgência de um regime de investimentos que combine dinheiro público e privado para exigir ganhos de produtividade.
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