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CVM e Fenasbac abrem inscrições para o LEAP 2026

CVM e Fenasbac abrem inscrições gratuitas para o LEAP 2026 até 31 de maio, com foco em supervisão, compliance, sustentabilidade e interoperabilidade digital

Foto: Arquivo Fenasbac / DINO
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A CVM e a Fenasbac abriram inscrições para a segunda edição do LEAP, o Laboratório de Experimentação, Aprendizado e Prototipagem. O prazo vai até 31 de maio e contempla projetos voltados à supervisão, compliance, sustentabilidade e interoperabilidade digital. O objetivo é compartilhar soluções para o mercado de capitais e iniciar um novo ciclo de inovação regulatória.

O LEAP Connect 2026 reuniu reguladores, especialistas e inovadores para apresentar os resultados da edição anterior e anunciar o novo ciclo. Em 2025, foram entregues sete protótipos funcionais que atenderam a demandas estruturais do mercado. O foco deste ano envolve automação regulatória e IA na supervisão, além de reporte de sustentabilidade.

Rodrigo Henriques, diretor de inovação e estratégia da Fenasbac, destaca que o LEAP foi criado pela CVM e é operado em parceria com a entidade. O laboratório conecta regulador, instituições financeiras, startups e especialistas, atuando como ambiente de experimentação.

Macrotemas e participação

Para 2026, os desafios estão organizados em quatro grandes temas: Supervisão e Compliance com SupTech para PLDFT e Regulation legível por máquina; Sustentabilidade com integração de dados do mercado de carbono; Interoperabilidade Digital com Open Capital Markets e serviços de adequação, registro e garantias de ativos digitais (RWAs) e liquidez para valores de companhias fechadas; além de um Desafio Aberto para soluções ainda não mapeadas.

Henriques afirma que a meta é ampliar alcance e diversidade de projetos, atraindo startups e empresas de diferentes regiões e setores, inclusive aquelas com menor histórico de relação com o regulador. O objetivo é incorporar temas emergentes e fortalecer a cultura de experimentação regulatória.

O que se busca, segundo o diretor, é reduzir custos de conformidade, aumentar transparência, ampliar liquidez e oferecer maior segurança jurídica. Também se pretende testar inovações em ambiente controlado antes de normatizar, acelerando a modernização normativa.

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