O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que a liquidação do banco Master pelo BC, em novembro do ano passado, não representa risco para o sistema financeiro. O banco era considerado pequeno.
Segundo Galípolo, o Master operava com risco sistêmico desprezível, classificando-o como banco da “terceira divisão”. A liquidação decorreu de indícios de irregularidades.
Ele explicou que o uso de recursos de fraudes chamou a atenção, mesmo diante do baixo peso do banco no sistema financeiro.
Contexto regulatório
Na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, o presidente do BC foi questionado sobre as reuniões de Daniel Vorcaro no BC antes da liquidação. O dirigente citou que, quando há evidências de irregularidades, a fiscalização intensifica o acompanhamento.
Galípolo afirmou que não participou da maior parte dessas reuniões. Alega que, até 2024, a diretoria ligada à política monetária era a responsável; em 2025, houve participação de diretores da Diorf e da Difisa.
Ele ressaltou que, com as evidências disponíveis, a fiscalização exigiu atenção mais forte diante de possíveis irregularidades, justificando a atuação regulatória.
Entre na conversa da comunidade