A inteligência artificial avança no Brasil, saindo da função de assistente para atuar como agente autônomo em tarefas complexas. A evolução busca aumentar eficiência e produtividade nas empresas, com maior autonomia de atuação.
Especialistas dizem que a IA agêntica não apenas responde, mas também executa ações para atingir metas. No setor da moda, por exemplo, a IA autônoma pode gerenciar estoques, identificar oportunidades de venda e coordenar logística, sem intervenção constante.
Essa transformação também impacta setores como finanças e saúde. Em finanças, a IA analisa dados de mercado e pode executar ordens de compra e venda de forma automática. Na saúde, auxilia no diagnóstico e no monitoramento de pacientes.
A adoção da IA autônoma traz ganhos de eficiência, mas levanta questões de ética, responsabilidade e segurança. Empresas devem investir em transparência, governança e proteção de dados para evitar decisões enviesadas e vulnerabilidades cibernéticas.
Casos relevantes no mercado brasileiro
No Brasil, a Stone vendeu participação na Dental Office para manter foco no core business, sinalizando ajustes estratégicos para concentrar recursos em áreas de maior impacto.
A aquisição da Omnibees pela Zucchetti, empresa italiana de tecnologia, representa uma união para fortalecer o setor hoteleiro com um ecossistema integrado de gestão, distribuição, pagamentos e dados.
Especialistas apontam que a transição da IA de consulta para execução deve acelerar, conforme as companhias ganham experiência. O caminho envolve adoção cuidadosa, alinhada a valores organizacionais e normas de segurança.
O mercado aguarda o ritmo da integração tecnológica, que pode ampliar o uso da IA agêntica em diferentes setores. A tendência aponta para maior eficiência, inovação e crescimento sustentável.
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