O preço médio da gasolina sem chumbo atingiu 158,52 pL, maior desde o início da guerra com o Irã, segundo o RAC. O aumento acompanha o início do conflito, em 28 de fevereiro, que reduziu a produção e o transporte de energia na região devido a ataques com mísseis e drones.
A RAC aponta que o preço da gasolina já tinha alcançado 158,31 pL em 15 de abril, recuando ligeiramente até o início de maio, quando voltou a subir. A perspectiva é de alta contínua, com previsão de chegar a 160 pL ou mais nas próximas semanas, salvo queda marcante no petróleo.
O preço médio do diesel subiu de 142,38 pL para 185,92 pL. O Brent, referência global, passa a rondar 111 dólares por barril, frente a cerca de 73 dólares antes do conflito. A disparidade impacta o valor final nos postos de combustível.
Simon Williams, chefe de política do RAC, afirma que o aumento ocorre em um momento em que o Tesouro avalia possíveis mudanças na tributação de combustível em setembro. A versão atual mantém a taxa de 52,95 pL por litro, o que seria um alívio para os motoristas se mantido.
A RAC indica que, embora o diesel tenha recuado desde o pico de abril, o preço nas bombas permanece acima do esperado. O grupo orienta varejistas a repassar ganhos de aquisição de novas fornecimentos aos preços na rede de postos. O Tesouro não comenta especulações sobre impostos.
O cenário sugere que a volatilidade no petróleo continua a influenciar os preços ao consumidor, com o mercado observando oscilações entre a oferta regional e a demanda global. O conteúdo não traz conclusões, apenas informações atualizadas sobre o tema.
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