O Brasil é o principal ecossistema de startups da América Latina, mas ocupa apenas a 26ª posição global, segundo o Global Startup Ecosystem Index 2026, da StartupBlink. O relatório aponta avanços na Colômbia e no Chile.
O Brasil mantém a liderança regional pelo sétimo ano consecutivo, com 26º no ranking mundial. Na avaliação de valor do ecossistema, ocupa a 17ª posição, e no compromisso corporativo, 19ª, refletindo parcerias e investimentos de empresas.
Brasil e América Latina: posições regionais
A Colômbia subiu ao 35º lugar global, mantendo-se em segundo na região sul-americana, com crescimento de 29,3% desde 2024. O relatório destaca setores fortes como tecnologia educacional e transporte, além de tecnologia limpa.
O Chile fica em terceiro na região, com queda de duas posições no global, mas liderando a atratividade do ecossistema na América do Sul. Contudo, registra menor desempenho no Índice de Ambiente Empresarial para Inovadores.
Desempenho regional e novidades
A Argentina aparece em quarto na região, ainda na 46ª posição mundial, com crescimento de 12,2% e pior desempenho no ambiente para inovadores. O México registra queda significativa, ocupando a 47ª posição mundial.
O Panamá, que registrou alta expressiva de 61,1% no ecossistema, avançou 8 posições a nível global, chegando ao 78º posto. El Salvador estreou na lista regional, na 10ª posição, e no ranking global, em 80º.
Destaques globais e cidades
Globalmente, os Estados Unidos seguem como maior ecossistema, com crescimento de 23,6%. Israel, Cingapura, Canadá, Suécia e Alemanha compõem o top 5. Entre as cidades, São Paulo lidera a lista latino-americana, seguida pela Cidade do México e Bogotá.
Entre as cidades, Santiago aparece como principal destaque no Chile e Buenos Aires na Argentina, com outros polos como Medellín, Rio de Janeiro e Curitiba também entre os mais relevantes da região.
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