Braskem Idesa operava com pouco mais da metade da capacidade da fábrica de polietileno ao fim de março, devido a uma crise de caixa que limitou a eficiência de produção. A joint venture envolve Braskem (Brasil) e Idesa (México).
A crise de liquidez dificultou investimentos em melhorias e expansão, além de reduzir a capacidade de negociar condições de compra de matérias-primas. Como consequência, oportunidades ligadas à alta do petróleo não foram aproveitadas.
A operação ficou abaixo da capacidade instalada, o que prejudicou a produção e gerou atenção de investidores. Analistas avaliam impactos no desempenho financeiro e na competitividade da joint venture.
Segundo fontes próximas, a Braskem Idesa busca alternativas para superar o momento, incluindo renegociação de dívidas e ajustes operacionais. A recuperação é prevista como gradual, dependendo de fatores econômicos.
A Braskem, controladora da joint venture, trabalha para fortalecer sua posição no setor de petroquímicos. A situação da Idesa acrescenta desafio externo à estratégia da empresa brasileira.
Especialistas ressaltam a importância de gestão financeira mais rigorosa e de diversificação de receitas para reduzir vulnerabilidade a volatilidade de mercado.
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