A indústria brasileira respondeu por 23,4% do PIB em 2025, segundo a CNI. Cada real produzido gerou 2,44 reais na economia. O backoffice, responsável por custos, pagamentos e fluxo de caixa, sustenta esse impacto.
Levantamento da Qive mostra que, em 2025, o setor ficou em segundo lugar no número de notas fiscais (13,4%) e liderou no valor financeiro movimentado (31,9%). O volume de documentos eleva o risco de fraudes, impulsionando a busca por automação no contas a pagar.
Contas a pagar na indústria em foco
Erika Daguani, CPO da Qive, aponta que o Contas a Pagar não é apenas rotina. No setor, ele impacta caixa, relacionamento com fornecedores e riscos operacionais. Fluxos com alto volume de documentos dependem de automação para evitar prejuízos.
Riscos de fraude e medidas
O estudo aponta que, juntos Varejo e Indústria, houve cerca de R$ 50 milhões em boletos sem origem validada pela Receita Federal em 2025. A indústria ficou entre os setores com maior incidência de boletos falhados.
Como está o padrão de pagamentos
Boletos representam 63,9% do valor total em 2025, seguidos por depósitos e transferências. A dependência de processos manuais aumenta a vulnerabilidade a erros. A automação facilita a vinculação entre documentos fiscais e financeiros.
Implicações operacionais
A cadeia com muitos fornecedores e múltiplos sistemas se beneficia da correspondência automática entre notas fiscais, boletos e comprovantes. A prática reduz uso de e-mails, PDFs soltos e conferências manuais.
Perfil de notas e cheques no setor
Na Indústria, operações classificadas como crédito respondem por 78% do volume de notas, somando R$ 543 bilhões. Duplicatas abarcam 50% desse montante, equivalente a R$ 321 bilhões. Esses dados reforçam a necessidade de controle de origem e validação.
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