Duas pessoas e um servidor público foram presos na Bahia em uma operação para combater a sonegação fiscal.
Segundo o Ministério Público, eles integravam uma quadrilha que mascarava a importação irregular de nafta, substância usada para adulterar combustíveis.
Ao longo de três anos, o grupo teria fraudado mais de 100 milhões de litros de combustível, provocando prejuízo de cerca de R$ 400 milhões aos cofres públicos.
Autoridades apontam ligação com o Primeiro Comando da Capital, com postos de combustíveis usados para lavar recursos do crime organizado.
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