Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Mineração ilegal de criptomoedas é encontrada em área do CV no Rio

Operação Contenção desarticula núcleo financeiro do Comando Vermelho; em Lins, Rio, é identificada fazenda clandestina de mineração com cerca de trinta laptops

Imagem colorid,mineradora de bitcoin do CV operava de forma ilegal- Metrópooles
0:00
Carregando...
0:00

A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) encontrou uma instalação clandestina de mineração de criptomoedas no Complexo do Lins, na zona norte da cidade, durante a nova fase da Operação Contenção, nesta sexta-feira (22/5). O alvo foi um núcleo financeiro ligado ao Comando Vermelho (CV). Dez mandados de busca e apreensão foram cumpridos na região.

Segundo a PCERJ, a operação busca desarticular o grupo responsável por tráfico, clonagem de veículos, roubos e ataques a instituições financeiras. Em patrulha na comunidade, agentes localizaram uma “fazenda” de mineração com dezenas de computadores ligados de forma contínua, para gerar bitcoins sem pagar energia.

A instalação continha ao menos 30 laptops operando simultaneamente, com o uso de ligações elétricas irregulares, os chamados gatos de energia, para não pagar custos. O cômodo era ventilado por exaustores para evitar superaquecimento.

A prática de mineração de criptomoedas, em si, é permitida no Brasil, mas torna-se ilegal quando associada ao furto de energia ou a outras atividades criminosas. A PCERJ informou elevado grau de organização do grupo, com divisão de tarefas para impor medo e manter domínio territorial.

Outro desdobramento da Operação Contenção ocorreu com apoio da Polícia Civil do Piauí para desarticular o golpe da falsa central telefônica. Criminosos fingiam ser funcionários de bancos e criavam situações de urgência para induzir vítimas a contatar uma central clandestina.

Ao falar com a suposta central, as vítimas tinham acesso a contas e apps financeiros, permitindo transferências fraudulentas. Foram decretados bloqueios judiciais de seis contas vinculadas aos investigados, com medidas cautelares para ressarcir as vítimas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais