A Equatorial, distribuidora de energia, pode desistir da disputa para se tornar investidora estratégica na privatização da Copasa, segundo fontes próximas ao tema. A decisão depende da saída da Sabesp, sua eventual parceira no consórcio.
A Sabesp planejava integrar a proposta da Equatorial para assumir posição estratégica na Copasa, controlada pelo governo de Minas Gerais. Com a saída da Sabesp, a Equatorial tende a abandonar a competição, segundo as fontes.
A Equatorial fará uma reunião na segunda-feira para definir o rumo definitivo. As propostas devem ser apresentadas até 25 de maio, conforme o cronograma da privatização.
Contexto da privatização
A Itaúsa, o fundo soberano de Singapura e a Equipav Saneamento trabalham para apresentar uma proposta conjunta na disputa pela Copasa, segundo pessoas próximas ao tema.
A Copasa será privatizada via oferta pública; o estado mineiro pode manter até 5% da empresa. Hoje, o governo Detém 50,03% das ações.
Um investidor de referência poderá comprar 30% da Copasa antes da oferta, com limitação de até 45% dos direitos de voto após a operação, conforme o documento da privatização.
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