O milho ocupa papel central na alimentação e na economia rural, sendo essencial para pessoas, animais e indústria. Além de alimento, é matéria-prima para biocombustíveis, amidos, óleos e diversos insumos.
A produção brasileira revelou mudanças climáticas nos últimos anos. Em 2024, a safra atingiu cerca de 115 milhões de toneladas, com queda de 12% ante 2023, influenciada por chuvas excessivas e altas temperaturas na segunda safra.
Em 2025, é esperada recuperação: projeções da Conab e do IBGE indicam safra entre 126 e 138 milhões de toneladas, impulsionada pela expansão da área plantada e clima mais favorável.
Importância econômica e usos
O milho é o segundo grão mais produzido no Brasil e apresenta ampla versatilidade. É consumido na alimentação humana, na nutrição animal e na indústria de amidos e derivados.
A cadeia envolve diferentes aplicações, desde grãos para consumo direto até silagem, bioetanol de amido e processamento para farinhas, flocos, grits e snacks.
História e cultura
A presença do milho no Brasil remonta ao século XVI, com a chegada dos portugueses. A celebração da colheita ganhou expressão cultural nas festas populares, especialmente juninas.
A data do Dia Nacional do Milho é 24 de maio, instituída pela lei nº 13.101/2015, em referência ao papel do grão na alimentação e na identidade regional.
Produção e uso na alimentação
A maior parte do milho mundial é destinada à alimentação animal, especialmente para suínos e aves, seguido por bovinos e pequenos animais. No Brasil, uso na ração varia entre 60% e 80%.
No alimento humano, o milho fornece carboidratos, fibras e carotenoides como luteína e zeaxantina, contribuindo para a saúde ocular e cardiovascular.
Consumo e cultura alimentar
Milho verde, doce, pipoca e farinhas alimentam diversas culinárias. A pipoca, com alto teor de fibras, pode ser consumida com baixo teor calórico quando preparada sem óleos.
No Nordeste, o milho é energia para o Semiárido, enquanto em outros contextos nacionais aparece em pamonha, canjica, curau e bolo de milho.
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