O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da FGV Ibre recuou 0,3 ponto em maio, indo a 88,8 pontos, após duas altas seguidas. Na média móvel trimestral, o ICC avançou 0,9 ponto, para 88,7 pontos. A leitura é nacional e baseia-se em respostas de famílias brasileiras.
A queda foi puxada pela revisão das expectativas para os próximos meses, ainda que a avaliação sobre o presente permaneça favorável. O indicador de Situação Atual (ISA) avançou, mantendo o maior nível desde dezembro de 2014.
Entre os componentes, o Índice de Expectativas (IE) caiu 1,0 ponto, para 91,3. O IE de situação econômica local futura recuou 2,6 pontos, para 102,9. Já o indicador de situação financeira futura da família caiu 0,9 ponto, para 89,4.
Por outro lado, o ISA avançou 0,8 ponto, para 86,1, o maior desde dezembro de 2014. O ISA de situação econômica local atual subiu 0,8 ponto, para 95,8, e o ISA de situação financeira atual da família cresceu 0,7 ponto, para 76,7, nível mais alto desde fevereiro de 2020.
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