O dólar comercial fechou em queda de 0,19% nesta segunda-feira, cotado a R$ 5,019. O Ibovespa, principal indicador da B3, avançou 0,91%, aos 177.815,72 pontos, puxado por bancos e exportadoras. Analistas também monitoraram a possibilidade de manutenção da Selic em patamar elevado por mais tempo.
A sessão teve melhoria do humor externo e entrada de capital estrangeiro em mercados emergentes, o que ajudou a sustentação das altas na bolsa. O dólar oscilou entre R$ 4,994 e R$ 5,021 ao longo do dia.
Apesar do avanço do Ibovespa, agentes financeiros permanecem atentos ao cenário fiscal brasileiro e à trajetória dos juros nos EUA. Dados de inflação e emprego nos Estados Unidos devem influenciar os mercados nos próximos dias.
Dinâmica de câmbio e perspectivas de política monetária
O recuo do dólar ocorreu juntamente com fluxos de ingressos de capital externo, favorecendo ativos de risco locais. A percepção de diferencial de juros ainda significativo para o Brasil sustenta o tom positivo do mercado cambial.
No radar, sinais de manutenção da taxa Selic em patamar elevado aparecem como fator de sustentação para o câmbio e para o endividamento público. O comportamento da inflação interna também é observado pela autoridade monetária.
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