Os fundos de private equity no Brasil mantiveram investimentos em carteira por 5,6 anos, em média, no ano passado, conforme estudo encomendado pela Spectra e veiculado pelo Valor. O período mais longo reflete a dificuldade de vender ativos em mercados fechados para ofertas públicas iniciais.
O levantamento aponta que o prazo atual é o dobro do observado há 15 anos. Gestoras seguem com participações em empresas devido à queda de atividade de IPOs e a busca por estratégias de saída mais estruturadas.
A Spectra atribui a permanência ampliada à restrição de condições de mercado para saídas via abertura de capital, o que influência o planejamento de desinvestimento das gestoras e a rentabilidade esperada das carteiras.
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