O ministro do STF Gilmar Mendes afirmou que a crise envolvendo o Banco Master nasceu na Faria Lima, e não dentro do Supremo. Ele rejeitou a ideia de que o caso tenha origem na Corte e criticou ligações indevidas com o tribunal.
Mendes disse que os bancos venderam os títulos, participando diretamente da operação. A afirmação aponta para a participação de agentes do mercado financeiro na crise, não para o Judiciário.
Ele citou falhas de supervisão da CVM e do Banco Central, alegando que elas contribuíram para o avanço do problema e para a pressão sobre o sistema financeiro.
O ministro reforçou que o STF não conduz operações financeiras nem atua como órgão regulador de mercado, buscando afastar o desgaste político recente envolvendo a Corte.
Paralelamente, o caso intensifica discussões sobre CPI, aumenta cobranças sobre autoridades financeiras e mantém em evidência as investigações sobre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
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