O Índice de Confiança da Construção (ICST) da FGV Ibre permaneceu em 92,6 pontos em maio. Na leitura de médias móveis trimestrais, o índice avançou 0,3 ponto, para 92,9 pontos.
A estabilidade decorreu de movimentos opostos entre componentes. O indicador de expectativas ligadas à tendência dos negócios sofreu novo revés, enquanto o ambiente entre as empresas de Edificações registrou deterioração mais expressiva.
Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção, aponta que a piora no ambiente de negócios está associada à falta de trabalhadores e ao aumento de custos. Em maio, ISA-CST subiu 0,6 ponto para 92,3, e IE-CST caiu 0,8 ponto, para 92,9.
Dados-chave
Entre os componentes do IE-CST, a Demanda Prevista atingiu 95,7 pontos, alta de 0,8 ponto frente ao mês anterior. Por outro lado, a Tendência dos Negócios recuou para 90,1 pontos, queda de 2,3 pontos.
O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) ficou em 77,4%, queda de 0,4 ponto. Os Nucis de Mão de Obra e de Máquinas e Equipamentos caíram para 78,7% e 72,3%, respectivamente.
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