O governo federal e o Distrito Federal buscam salvar o BRB, o Banco de Brasília, sem garantias da União. Durigan informou após reunião no STF que já há parâmetros para a conciliação envolvendo o banco público e o DF. A operação pode envolver o Fundo de Garantia de Créditos (FGC) e contragarantias.
Segundo o ministro da Fazenda, a situação do BRB é grave e envolve investigações sobre atos ilícitos ligados ao rombo causado pelo Master. O objetivo é viabilizar uma linha de crédito com aval de bancos públicos e privados, com garantias do DF.
Durigan ressaltou que a União se compromete a flexibilizar critérios do plano de ajuste fiscal do DF, permitindo operações acima de 900 milhões de reais. A ideia é ampliar o volume de crédito com fiança de sindicatos de bancos e contragarantias de recursos do DF.
O que muda na prática
A proposta prevê que o DF obtenha apoio de um sindicato de bancos para liberar crédito ao BRB, incorporando recursos já captados pelo DF. O acordo depende de aprovação no STF e de alinhamento entre Brasília e o governo federal.
Dados e próximos passos
A agenda marca nova reunião no STF na quinta-feira, 28, para finalizar o acordo. O objetivo é proteger o interesse público do GDF e manter o BRB operando de forma estável, sem depender de aval direto da União.
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