A pesquisa global, realizada pela Concentrix com mais de 450 líderes empresariais e conduzida pelo Everest Group, mostra que a adoção de IA generativa avança, mas ainda está em fases iniciais. A maior parte das empresas permanece em testes e pilotos.
Na prática, 41% das organizações pesquisadas ainda opera apenas em pilotos, enquanto 27% já escalou a IA generativa para produção. Em nível mundial, o ritmo de adoção permanece mais lento do que o esperado.
Entre os desafios encontrados, 56% dos entrevistados apontam pouca competência interna em IA como principal entrave para ampliar o uso da tecnologia. Preocupações com cibersegurança aparecem em 51% das respostas.
Além disso, 47% citam dificuldades relacionadas à integridade de dados, e 1% afirma ter levado mais de 80% dos projetos da fase piloto para a implementação. Cerca de 63% das empresas adotam modelos híbridos para acelerar a IA generativa.
Obstáculos na América Latina
Entre líderes da região, a pesquisa aponta dificuldades para escalar a IA nas linhas de produção. Equilibrar automação com mudanças na força de trabalho surge como o principal desafio para expandir a IA generativa.
Dificuldades adicionais citadas incluem infraestrutura necessária em larga escala, governança, gestão de custos e integração com sistemas legados. Obstáculos também aparecem na expansão entre unidades de negócio e geografias.
Conclusões do estudo
O levantamento revela que, apesar do avanço, as empresas ainda enfrentam barreiras técnicas e organizacionais para ampliar o uso de IA. O foco permanece em transformar pilotos em operações estáveis, com adoção de modelos híbridos ganhando espaço.
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