O IPCA-15 de maio ficou em 0,62%, a maior leitura para o mês em 10 anos. O dado é a prévia oficial da inflação brasileira para maio, medido pelo IBGE.
A alta foi puxada principalmente por alimentação e energia elétrica. O índice de abril havia sido de 0,89%, e maio marcou desaceleração na comparação mensal.
Os combustíveis recuaram em maio após alta em abril, conforme o movimento de ajuste de preços. Ainda assim, os efeitos da guerra no Oriente Médio se espalharam pela economia, elevando custos de frete e de passagens aéreas.
Impactos setoriais
Fretes e tarifas de transporte continuaram pressionados pela demanda global e pela volatilidade de petróleo. Analistas veem o reajuste de custos logísticos como fator a manter pressão sobre serviços e produtos no curto prazo.
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