O Brasil deve retornar à 10ª posição entre as maiores economias do mundo em 2026, segundo projeções do FMI compiladas pela Austin Ratings a partir de dados de 45 países. O anúncio parte de um crescimento do PIB brasileiro de 1,1% no primeiro trimestre deste ano, acima do esperado pelo mercado. O avanço favorece a recuperação frente a Canadá, que ficou na 11ª colocação no passado.
Entre os 45 países analisados, o Brasil registrou o sexto maior crescimento no 1º trimestre de 2026 na comparação com os três meses anteriores. O desempenho foi superior ao visto em economias como Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido e Itália, e ficou atrás apenas de Hong Kong, Taiwan, Dinamarca, Coreia do Sul e China.
Ranking global
Pelas projeções do FMI, o Brasil deve ocupar a 10ª posição em 2026, com US$ 2,637 trilhões em PIB em dólares correntes. A Rússia aparece logo à frente, com US$ 2,655 trilhões, destacando a proximidade entre as duas economias na estimativa.
Peso do câmbio
O ranking depende do PIB em dólares correntes, o que torna a taxa de câmbio relevante. A valorização do real eleva a posição brasileira. A Rússia também se beneficia da valorização do rublo e de altas no petróleo.
Panorama adicional
Em abril, o FMI revisou para cima a projeção de crescimento do Brasil em 2026, de 1,6% para 1,9%. Se mantido, o país pode entrar na faixa de 9ª posição em 2027, ultrapassando a Rússia, conforme estimativas atualizadas.
PIB per capita
Apesar da ascensão no ranking, o PIB per capita brasileiro permanece abaixo das economias mais ricas. O FMI estima cerca de US$ 10,685 mil em 2025, situando o Brasil abaixo de várias economias desenvolvidas. A posição reflete renda por habitante distinta do tamanho do PIB total.
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