O PIB do Brasil avançou 1,1% no 1º trimestre, ante 1% previsto pela SPE. O dado foi divulgado pelo IBGE, com a alta impulsionada pela absorção doméstica e pela melhoria na formação bruta de capital fixo.
A SPE manteve a projeção de crescimento anual de 2,3% para 2026, sustentada pela indústria e pelos serviços. Expectativa é de desaceleração na margem nos dois próximos trimestres.
Segundo a secretaria, a expansão do período foi puxada pela forte recuperação de investimentos e pelo crescimento do consumo das famílias, compensando, parcialmente, a queda das exportações e o aumento das importações.
A composição do crescimento, porém, ficou diferente do esperado. A indústria teve desempenho acima do previsto, enquanto serviços e agropecuária ficaram modestamente aquecidos.
Perspectivas para o ano
Desaceleração esperada na atividade nos dois trimestres seguintes fica ligada ao fim de efeitos de políticas públicas mais exigentes no início do ano.
O câmbio monetário e a recuperação da indústria devem sustentar o ritmo no 4º trimestre, quando a SPE aguarda retomada de tração na manufatura.
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