O real manteve destaque global no primeiro semestre de 2026, sustentado por fatores locais e externos que favoreceram o câmbio. Segundo a MAG Investimentos, o desempenho da moeda ficou acima do esperado até então.
Nas últimas semanas, esse ambiente propício tem perdido força. O motivo inclui mudanças no fluxo de capitais globais, que voltam a privilegiar ações de tecnologia, e uma reponderação sobre a política monetária do Federal Reserve (Fed).
A volatilidade também começou a aumentar por causa das eleições presidenciais, o que amplia a percepção de risco cambial para o segundo semestre. Ainda assim, não se espera pressão suficiente para levar o dólar ao patamar de R$ 6, segundo especialistas.
A MAG Investimentos, via o economista Rafael Rondinelli, projeta que o dólar encerre o ano entre R$ 5,15 e R$ 5,20. A expectativa considera o cenário atual de fluxo de capitais, política externa e incertezas domésticas.
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