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Equities mais negociados em 2026, segundo a B3

B3 apresenta escalação de investimentos mais negociados em 2026—ações, ETFs, fundos imobiliários e criptoativos—para ilustrar diversificação de carteira

Painel com cotações na B3, em São Paulo, em setembro de 2025
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A B3 divulgou uma escalação simbólica dos ativos mais negociados em 2026, usando a linguagem do futebol para ilustrar como diferentes investimentos podem compor uma carteira diversificada. A divulgação revela ações, ETFs, fundos imobiliários e criptoativos negociados na bolsa brasileira.

A ideia, segundo Bianca Maria, gerente de Produtos de Equities, não é indicar investimentos específicos, mas demonstrar a importância da diversificação. Um portfólio equilibrado deve combinar ativos de proteção e de oportunidade de crescimento a longo prazo.

Na defesa, destacam-se ETFs de renda fixa, com ênfase para o LFTS11, que acompanha títulos atrelados à Selic e costuma compor reserva de emergência. Também aparecem ativos ligados ao ouro, com ETFs e BDRs de ETFs que acompanham a cotação do metal.

Nas laterais, aparecem produtos com exposição internacional: IVVB11 replica o S&P 500, e BACW39 oferece acesso a uma cesta global de ações. O meio-campo fica com fundos imobiliários: KNCR11 como volante, XPML11, TRXF11, HGLG11 e BTLG11 conectam a carteira a varejo, shopping centers e logística.

O ataque é formado por ETFs do Ibovespa, entre os mais negociados do ano, como BOVA11 e BOVV11, que buscam refletir o desempenho das ações mais relevantes do mercado brasileiro. Entre os ativos de grande nome, PETR4 e VALE3 aparecem como representantes de energia e mineração.

Pelas pontas, a escalação aposta em inovação com NVDC34, um BDR de Nvidia, HASH11, ETF de criptoativos, e IBIT39, que acompanha o desempenho do Bitcoin à vista. A própria B3 atua como estádio, oferecendo a infraestrutura para as negociações dos ativos.

A metáfora esportiva surge em meio ao interesse pela Copa do Mundo de 2026, buscando aproximar conceitos do mercado financeiro de um público amplo de torcedores. O objetivo é facilitar a compreensão de estratégias de diversificação sem indicar carteiras específicas.

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