Com o início da venda de ingressos na próxima segunda-feira, o Rock in Rio projeta injetar R$ 3,36 bilhões na economia da cidade do Rio de Janeiro. A estimativa, da Fundação Getulio Vargas (FGV), representa crescimento de 5% em relação à edição de 2024. O festival deve receber cerca de 700 mil pessoas.
A pesquisa considera gastos com hospedagem, alimentação, transporte, turismo e serviços durante o evento. O público estimado indica impacto direto nos setores de turismo, hotelaria, transporte, alimentação, comércio e entretenimento.
A venda do Rock in Rio Card já apresenta movimento maior. Em relação a 2024, houve aumento de 20% no número de compradores de fora do estado, que correspondem a 55% das aquisições dessa modalidade. A organização atribui o crescimento ao alcance nacional do festival.
Para marcar o início das vendas, uma ação com 20 paramotores sobrevoará praias da cidade neste fim de semana, do Leme ao Recreio. O percurso passa por várias praias, com duração de cerca de uma hora e meia, incluindo guitarras gigantes distribuídas pela cidade.
Impacto econômico
Segundo a FGV, o estudo aponta que, a cada R$ 1 investido no festival, outros R$ 6,59 são movimentados na economia brasileira. A estimativa considera o efeito indireto sobre hotéis, restaurantes, comércio e serviços na Região Metropolitana do Rio.
Perspectivas e contexto
O Rock in Rio movimenta a economia local com fluxo de turistas e residentes. A cidade recebe cerca de 12 milhões de visitantes por ano, volume que o estudo associa aos resultados já observados nas edições anteriores do festival.
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