Mesmo sem demissões por IA, os impactos da tecnologia chegam aos salários. Na Teradata, funcionários tiveram o salário congelado neste ano para priorizar investimentos em IA, segundo o Business Insider.
O CEO Steve McMillan avisou, em mensagem interna de janeiro, que não haveria aumento salarial em 2026. A empresa diz que o objetivo é vencer o mercado com IA e usar cada dólar disponível para esse fim.
Quem trabalha na Teradata relata que aumentos anuais de 2% a 4% não ocorreram, embora bônus de desempenho e ações tenham sido mantidos. A medida afeta países com menor regulação sobre ajustes salariais.
Outra fabricante de tecnologia, a TTEC, também adotou caminho semelhante: pausou a contribuição ao plano de aposentadoria 401(k) para concentrar recursos em IA, certificações, ferramentas e automação.
Impacto direto na remuneração
Em declarações ao Business Insider, especialistas destacam que cortar salários não é a única saída para investir em IA. As duas empresas registraram quedas de receita, mas não detalham números neste momento.
Contexto do movimento
Especialistas afirmam que o setor aposta em IA para competitividade, o que pode reduzir a necessidade de reajustes salariais em algumas equipes. A adoção de IA tende a reconfigurar funções e prioridades dentro das companhias.
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